quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Cidadania e Inclusão Digital caminham juntas na Rede Municipal.


Pais, alunos e comunitários das Escolas Municipais Ignês de Vasconcelos Dias e Rosa Sverner (Jorge Teixeira) já podem contar a partir desta segunda-feira, (23), com os telecentros – mais um espaço para desenvolver as tecnologias educacionais necessárias para o bom desenvolvimento de crianças, jovens e aos adultos a oportunidade no mercado de trabalho. O Telecentro é fruto de uma parceria entre a Prefeitura de Manaus e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Com a temática “Democratização da Informação para o Fortalecimento da Cidadania”, alunos, educadores e familiares da Escola Municipal Ignês de Vasconcelos Dias receberam a nova ferramenta tecnológica com alegria e entusiasmo.

A unidade atende 1700 alunos do 1° ao 9° ano, Programa de Aceleração da Aprendizagem, EJA e Educação Especial com projetos voltados para arte, ameio ambiente, literatura e tecnologia. Dentre os projetos destacam-se Feira Literária, Semana do Meio Ambiente, JEACEN, Escola Cidadã, Musicalidade Afro Brasileira, Artesãos do Conhecimento Afro-Brasileiro e Projeto Ambiental Ignesitos em Ação.

O Secretário Municipal de Educação, Mauro Lippi, agradeceu a oportunidade de participar das atividades nas escolas e lembrou que o Telecentro é uma ferramenta que possibilita o crescimento profissional dos alunos.

“Agradecemos os aspectos positivos alcançados na rede municipal como reforma nas escolas, prêmios alcançados pelos professores no Amazonas e em nível nacional, a dedicação de gestores e professores e tantos outros fatores que resultaram no percentual de 75% de aceitação da área da educação por parte da sociedade. Com o Telecentro, as crianças não ficarão mais expostas às lan house´s, farão seus trabalhos em segurança dentro das escolas e sob a coordenação de professores e coordenadores. Além de oferecer oportunidade de aprimoramento profissional aos familiares e comunitários”, explicou o Secretario.

Para o gestor, Marcos Paulo da Rocha, o Telecentro representa um grande avanço para a comunidade do bairro Jorge Teixeira. A escola está entre as cinco maiores da DRE VI e umas das primeiras unidades a trabalhar a inclusão.

“Estamos esperando o Telecentro desde 2008. A comunidade aguardava ansiosa por esse espaço tecnológico e vê com muita alegria essa implantação. O Telecentro será uma ferramenta bastante necessária na aplicação das  atividades pedagógicas, devido ao fato de sermos uma escola polo – formação tapiri – precisávamos muito deste recurso em nossa unidade”, declarou o gestor.
Os alunos do 6° ano Laricia Paiva (11) e Alan Lima (11) acreditam que o novo espaço ajudará bastante em suas pesquisas escolares.
“Mudou muito este laboratório. Agora está moderno e completo. Pretendo fazer meus trabalhos escolares e não vou mais precisar pagar meus trabalhos na lan house”,explicou Alan.
“Quero ter oportunidade de aprender mais sobre a informática para fazer melhor minhas pesquisas”, afirmou Laricia.

A comunitária, Graciete de Castro, 43, acredita que o espaço tecnológico permitirá que os alunos desenvolvam seus estudos de forma mais completa. “Ele ficará em um ambiente mais seguro e que possibilitará muito mais desenvolvimento em suas atividades escolares”, afirmou Castro.
A inserção tecnológica também já é uma realidade para os 1076 alunos do 1° ao 9° ano da Escola Mul. Rosa Sverner (Jorge Teixeira). Com a entrega do 64° Telecentro os alunos assim como toda a comunidade terá acesso à internet para pesquisas e trabalhos escolares, cursos de capacitação e outros.
“O telecentro servirá como uma ferramenta de extrema importância para o desenvolvimento de projetos e atividades pedagógicas em nossa escola. Os professores estão ansiosos para trabalhar essas mídias em suas aulas e torná-las dessa forma mais atrativas para os alunos. Os comunitários também estão felizes com a chegada do novo espaço tecnológico, inclusive os comerciantes que muitas vezes precisam de um local para acessar a internet”, afirmou o gestor, Paulo César.

A Coordenadora do Telecentro, Júlia do Carmo Oliveira, destacou a utilização do telecentro como um instrumento a mais no processo de ensino aprendizagem.

“Muitas vezes os nossos alunos já vivem no mundo digital, mas não sabem como ter acesso às pesquisas e isso será ensinado no Telecentro. Iremos familiarizar os alunos com esta ferramenta. No Telecentro, os professores utilizarão o espaço de forma planejada. Por exemplo: transmitir um conteúdo no quadro digital e complementar o assunto com a utilização das mídias educacionais”, ressaltou a coordenadora.

O único aluno cadeirante da escola, Frank Victor César de Oliveira, (9° ano), 18, está aproveitando a oportunidade para aprender ainda mais sobre o mundo tecnológico. “ É uma ótima oportunidade para aprender coisas novas. Ampliar a nossa criatividade e possibilidades de assimilar o conteúdo ministrado em sala de aula”, afirmou o aluno.



Mercado de impressoras cresce com processo de inclusão digital



O mercado brasileiro de impressoras para uso doméstico está diretamente ligado às vendas de microcomputadores e os fabricantes se mostram otimistas com o futuro, uma vez que o processo de inclusão digital das classes C e D, que abre novos horizontes de vendas, está em andamento.
O gerente de marketing da Elgin (distribuidora das impressoras Canon), Gino Cammarota, acrescenta que "se a distribuição de renda fosse equalizada, o mercado brasileiro de tecnologia, não somente de impressoras, seria muito mais avançado".

Apesar de tudo, este otimismo pode ser explicado. Segundo o diretor regional da Lexmark para a América Latina, Ricardo Duque, "hoje, no Brasil, 80% das pessoas que compram um micro também levam para casa uma impressora".
E existem outros fatores que mostram ser este mercado bastante promissor. O gerente de desenvolvimento de mercado de impressoras jato de tinta da Hewllet Packard (HP), César Ramacciotti, lembra que o desenvolvimento da internet mudou o perfil do usuário doméstico de impressoras.

Com ele concorda Duque, da Lexmark, acrescentando que "com a internet, as pessoas passaram a ter um grande volume de informações e estão imprimindo mais, e não somente textos". Ramacciotti arremata: "hoje, as pessoas buscam, também, uma boa resolução de imagens". Os executivos do setor também colocam a disseminação das câmaras fotográficas digitais como fator de aquecimento da venda de impressoras.

O gerente de produtos da Brother, Hércules da Silva Monteiro, acredita que o mercado é muito promissor para a linha de impressoras laser. O gerente de marketing da mesma empresas, Luciano Margionte, argumenta que a relação custo/benefício é favorável ao laser.

Monteiro diz que "o número de páginas impressas com um cartucho jato de tinta e o volume de impressões obtido com o toner de uma laser, mostra que em pouco mais de seis meses a economia feita paga o investimento na compra de uma laser no lugar de uma jato de tinta".
Já para Cammarota, da Elgin, "a tecnologia laser com relação a fotos não chegará tão cedo ao usuário doméstico, pois a jato de tinta atende bem a este usuário no tocante à qualidade. Ele diz que o mercado para máquinas a jato de tinta ainda tem espaço para crescer e que não vislumbra uma época em que estes produtos sairão do mercado, lembrando que a implementação tecnológica deste tipo de máquina é muito grande.

Programa para economizar tinta

Há um programa que ajuda o usuário a economizar tinta nas impressões, mantendo a qualidade do impresso feito normalmente. O InkSaver 1.2, fabricado pela Strydent Software, está disponível para download no endereço www.inksaver.com e pode ser utilizado por até 15 dias gratuitamente.

Por: Revista Quem




Inclusão Digital no nosso cotidiano


Vídeo de animação sobre inclusão digital. Por que surgiu? O que é? Informações sobre alguns programas sociais criados pelo governo federal.

Inclusão Digital na Educação


A inclusão digital é bastante falada no Brasil, mas ainda pouco realizada. Muitas regiões têm o acesso à tecnologia bastante escasso. Por mais que escolas ou empresas tenham computadores, é comum notar que não há acesso à internet ou instrutores qualificados para lidar com essa dificuldade.

Analisando o crescimento da informatização dos serviços oferecidos à sociedade atual, cada vez mais se busca a necessidade da inclusão digital dos cidadãos nesse modo de vida. Ao acontecer o uso destes recursos tecnológicos, eles devem ser apropriados de meios onde a tecnologia da informação e comunicação se direcione para fazer valer a inclusão dos indivíduos neste ciberespaço. Deste modo, a escola se apresenta como ambiente capaz de fazer imergir tais tecnologias a serviço de uma metodologia de ensino a favor da interação dos alunos nesta sociedade da informação anulando, assim, as diferenças sociais não pertinentes a este processo.

Na sociedade atual, as novas tecnologias da informação e da comunicação estabelecem as novas relações sociais: as próprias instituições ligadas ao ensino e ao trabalho e o cotidiano das pessoas passam a ser influenciada por esta nova tecnologia, que impulsiona um novo modo de produção e estilo de vida.

Desta maneira, a inserção das novas tecnologias na educação não deve ser pensada como a simples implementação de computadores e tecnologias a serem utilizados de maneira mecanicista, sem a existência de um planejamento que reflita sobre sua utilidade no processo de ensino-aprendizagem. A tecnologia deve ser incorporada ao sistema de ensino como um instrumento de auxílio ao processo educativo, que leve em consideração a reflexão sobre as novas tecnologias e como esta pode ser utilizada a serviço do ser humano e da educação.

Por: Surama Lopes