A inclusão digital é bastante falada no Brasil, mas ainda pouco realizada. Muitas regiões têm o acesso à tecnologia bastante escasso. Por mais que escolas ou empresas tenham computadores, é comum notar que não há acesso à internet ou instrutores qualificados para lidar com essa dificuldade.
Analisando o crescimento da informatização dos serviços
oferecidos à sociedade atual, cada vez mais se busca a necessidade da inclusão
digital dos cidadãos nesse modo de vida. Ao acontecer o uso destes recursos
tecnológicos, eles devem ser apropriados de meios onde a tecnologia da
informação e comunicação se direcione para fazer valer a inclusão dos
indivíduos neste ciberespaço. Deste modo, a escola se apresenta como ambiente
capaz de fazer imergir tais tecnologias a serviço de uma metodologia de ensino
a favor da interação dos alunos nesta sociedade da informação anulando, assim,
as diferenças sociais não pertinentes a este processo.
Na sociedade atual, as novas tecnologias da informação e da
comunicação estabelecem as novas relações sociais: as próprias instituições
ligadas ao ensino e ao trabalho e o cotidiano das pessoas passam a ser influenciada
por esta nova tecnologia, que impulsiona um novo modo de produção e estilo de
vida.
Desta maneira, a inserção das novas tecnologias na educação não deve ser pensada
como a simples implementação de computadores e tecnologias a serem utilizados
de maneira mecanicista, sem a existência de um planejamento que reflita sobre
sua utilidade no processo de ensino-aprendizagem. A tecnologia deve ser
incorporada ao sistema de ensino como um instrumento de auxílio ao processo
educativo, que leve em consideração a reflexão sobre as novas tecnologias e
como esta pode ser utilizada a serviço do ser humano e da educação.
Por: Surama Lopes
Por: Surama Lopes

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